sexta-feira, outubro 31, 2008
terça-feira, outubro 28, 2008
Please, please, please let me get what I want.

Boas notícias para os incondicionais, a Rhino vai editar em Novembro uma (mais uma) compilação dos The Smiths, com algumas (poucas) novidades. Mas a melhor notícia de todas é que paralelamente vai reeditar, no formato original de 7", os primeiros singles da banda. São 12 ao todo, sendo que 2 deles são raridades por excelência : Still ill que nunca foi editado e a edição holandesa de Headmaster ritual. Tudo nas capas originais. Eu estou em extâse profundo e já fiz a pré-encomenda.
Smiths vinyl box - Track Listings:
Disc 1
- 1.Hand in Glove (3:17)
- 2.Handsome Devil (Live) (2:53)
- 1.This Charming Man (2:41)
- 2.Jeane (3:02)
- 1.What Difference Does It Make ? (3:51)
- 2.Back To The Old House (3:04)
- 1.Still Ill (3:20)
- 2.You’ve Got Everything Now (4:29)
- 1.Heaven Knows I'm Miserable Now (3:34)
- 2.Suffer Little Children (5:27
- 1.William, It Was Really Nothing (2:10)
- 2.Please, Please, Please Let Me Get What I Want (1:5
- 1.How Soon Is Now? (3:41)
- 2.Well I Wonder (4:00)
- 1.Shakespeare's Sister (2:08)
- 2.What She Said
- 1.The Headmaster Ritual (4:51)
- 2.Oscillate Wildly (3:26)
- 1.That Joke Isn’t Funny Anymore (4:58)
- 2.Meat Is Murder (Live) (5:34)
- 1.The Boy With The Thorn In His Side (3:15)
- 2.Asleep (4:10)
- 1.Bigmouth Strikes Again (3:12)
- 2.Money Changes Everything (4:40)
sexta-feira, outubro 24, 2008
Morrissey regressa dentro de momentos.

Morrisey regressa aos discos, em Fevereiro de 2009, com Year of Refusal. E planeia uma autobiografia para limpar o seu bom nome de algumas injustiças e más interpretações de alguma imprensa (acho que aqui se pode ler New Musical Express). Diz-se que a foto aqui reproduzida será a capa do álbum.
Via andré que avisou que estava no Towleroad.
terça-feira, outubro 21, 2008
Friendly Fires + Au revoir Simone + Aeroplane

Esta soma do título tinha muito pouco por onde dar errado. Paris era já um bom tema, a voz de Au Revoir Simone já era boa e, claro, o toque de Midas de Aeroplane é o que se sabe: pure gold. Ouçam no myspace de aeroplane o resultado e aproveitem para ouvir o resto. Aeroplane rules.
segunda-feira, outubro 20, 2008
Foals.
Olympic Airways é o novo single no álbum Antidotes dos Foals. Circulam por aí umas remisturas óptimas de Ewan Pearson, Diskjokke e Supermayer. Estejam atentos.
sexta-feira, outubro 10, 2008
quinta-feira, outubro 09, 2008
quarta-feira, outubro 08, 2008
Jackpot.
Reza a lenda que, em 1983, Marco Donatello e Gleen Asp gravaram um EP que se perdeu no tempo. Este ano, a editora Service decidiu lançar esse EP e mostrar ao mundo como ainda está actual (será que não é mesmo actual?). Italo no seu melhor. Enjoy.
sexta-feira, outubro 03, 2008
sexta-feira, setembro 26, 2008
Fleet Foxxxxxes.
Este é o tema que abre um dos melhores podcasts do ano, Aeroplane para Resident Advisor. Um folk lindíssimo dos Fleet Foxxxxxxes (myspace)que desperta os sentidos para tudo o que de bom se segue nesse podcast. Conheço pessoas que estão viciadas e não ouvem outra coisa. É compreensível.
quinta-feira, setembro 25, 2008
quarta-feira, setembro 24, 2008
Antony revela outro mundo.

Antony & the Johnsons lançam Another World EP no início de Outubro.Another World, Crackagen, Shake That Devil, Sing for Me e Hope Mountain são os temas que antecedem o lançamento em 2009 do álbum The crying light. Eu confesso que não andava com muitas saudades do omnipresente Antony (Hercules&Love Affair, Bryan Ferry, Bjork e outras colaborações mais), mas este regresso é Antony no seu melhor. Silêncio que vai cantar Antony!
quinta-feira, setembro 18, 2008
Do Cabaret para o concerto.
O fim-de-semana passado foi passado entre o Cabaret no Maria Matos e o Sticky&Sweet no Parque da Bela Vista.
Em relação ao primeiro, devo dizer que no geral me agradou. Não gostei particularmente de algumas soluções cenográficas e não achei o momento do intervalo o mais adequado. No seu todo, o espectáculo cumpriu bem a sua função de entretenimento e nunca caiu em exageros nada amigos deste tipo de teatro.
A encenação de Diogo Infante é enxuta e boa, não senti que houvesse ali nada a mais. As adaptações das letras feitas por Ana Zannati não fazem mossa aos originais e permitem algum sing-a-long mental. Gostei muito do momeento havaino e da cama vertical.
A surpresa das surpresas, veio de Henrique Feist. Confesso que tinha algum receio que a escola-filipe-la-féria pudesse moldar o registo do actor, mas felizmente isso não aconteceu; o MC de Henrique Feist é o melhor que a peça tem e percebe-se que pode estar ali o papel da sua vida ( leitura minha, obviamente). O resto dos actores e bailarinos estão no ponto certo. Resumidamente, e para quem goste do género, aconselho uma ida ao Maria Matos que não causará arrependimentos.
Domingo foi tempo de romaria a Nossa Senhora do Parque.
Ao contrário da Re-Invention Tour, fiquei a metros e metros do palco e vi uma mini-madonna. Talvez por isso, embora tenha gostado não sai de lá em êxtase. Do sítio onde estava via todo o pallco e e ecrãs, mas no que a Madonna diz respeito tinha que vê-la nas imagens projectadas. Entendo que a rendibilidade deste concerto justificasse a escolha daquele local, mas um local com imensas árvores, altos e baixos nuca iria permitir que 75 mil pessoas tivessem todas a oportunidade de ficar descansados a ver o concerto. Deste ponto vista, o PBV poderá ser bom para um festival onde a circulação é maior e onde os milhares de espectadores não estão todos ali para o mesmo, mas é péssimo para um concerto em nome próprio.
Desabafos à parte, um concerto de Madonna é sempre um espectáculo ( substantivo). No entanto, em termos musicais há versões novas que não funcionam bem ( hung-up, ray of light). Ela, sem muito barulho à volta, nem sempre canta bem ( houve ali momentos mesmo maus). É sempre divertido assistir aos momentos IURD ( like a prayer, Miles away e outro que agora não me lembro) e há os momentos muito dispensáveis do You must love me e Spanish Lesson. E há o final que não funciona com o Give it to me, era preciso ali um hit bomba (volta Holiday que estás perdoado).
No geral, o concerto foi bom ( momento alto em Borderline, que eu adoro) Madonna é e será sempre Madonna.
Em relação ao primeiro, devo dizer que no geral me agradou. Não gostei particularmente de algumas soluções cenográficas e não achei o momento do intervalo o mais adequado. No seu todo, o espectáculo cumpriu bem a sua função de entretenimento e nunca caiu em exageros nada amigos deste tipo de teatro.
A encenação de Diogo Infante é enxuta e boa, não senti que houvesse ali nada a mais. As adaptações das letras feitas por Ana Zannati não fazem mossa aos originais e permitem algum sing-a-long mental. Gostei muito do momeento havaino e da cama vertical.
A surpresa das surpresas, veio de Henrique Feist. Confesso que tinha algum receio que a escola-filipe-la-féria pudesse moldar o registo do actor, mas felizmente isso não aconteceu; o MC de Henrique Feist é o melhor que a peça tem e percebe-se que pode estar ali o papel da sua vida ( leitura minha, obviamente). O resto dos actores e bailarinos estão no ponto certo. Resumidamente, e para quem goste do género, aconselho uma ida ao Maria Matos que não causará arrependimentos.
Domingo foi tempo de romaria a Nossa Senhora do Parque.
Ao contrário da Re-Invention Tour, fiquei a metros e metros do palco e vi uma mini-madonna. Talvez por isso, embora tenha gostado não sai de lá em êxtase. Do sítio onde estava via todo o pallco e e ecrãs, mas no que a Madonna diz respeito tinha que vê-la nas imagens projectadas. Entendo que a rendibilidade deste concerto justificasse a escolha daquele local, mas um local com imensas árvores, altos e baixos nuca iria permitir que 75 mil pessoas tivessem todas a oportunidade de ficar descansados a ver o concerto. Deste ponto vista, o PBV poderá ser bom para um festival onde a circulação é maior e onde os milhares de espectadores não estão todos ali para o mesmo, mas é péssimo para um concerto em nome próprio.
Desabafos à parte, um concerto de Madonna é sempre um espectáculo ( substantivo). No entanto, em termos musicais há versões novas que não funcionam bem ( hung-up, ray of light). Ela, sem muito barulho à volta, nem sempre canta bem ( houve ali momentos mesmo maus). É sempre divertido assistir aos momentos IURD ( like a prayer, Miles away e outro que agora não me lembro) e há os momentos muito dispensáveis do You must love me e Spanish Lesson. E há o final que não funciona com o Give it to me, era preciso ali um hit bomba (volta Holiday que estás perdoado).
No geral, o concerto foi bom ( momento alto em Borderline, que eu adoro) Madonna é e será sempre Madonna.
quarta-feira, setembro 17, 2008
terça-feira, setembro 16, 2008
Diz-me o que vestes, dir-te-ei o que ouves.
Antony compôs música exclusiva para nova colecção da Prada, com direito a vídeo promocional. Justice compuseram uma peça em três partes,"Planisphère", para Dior Homme. Nada de novo nesta combinação, mas cada vez mais o sucesso de uns alimenta os desfiles de outros. É a música com etiqueta.
Via Sound+Vision
Via Sound+Vision
sexta-feira, setembro 05, 2008
segunda-feira, setembro 01, 2008
Watch out: Fan death.

Está ai a chegar o efeito "italians do it better" 2008. É pop com roupagem disco, chamam-se Fan Death e estão quase, quase a lançar o primeiro 12". Ouçam no myspace e digam lá se não é bom.
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