Aqui está o último projecto do fotógrafo Fred Muram. Este conceito de beijar o tecto é ao mesmo tempo estranho e sedutor. Já tínhamos visto, revisto e dito "beijar o chão que piso". Chegou a vez de beijar o tecto que me abriga. Lindo.
Barack Obama é o novo Presidente dos Estados Unidos da América. Esperamos todos que seja o início de um sonho tornado realidade. Que seja sinal de um mundo melhor. We dream, we hope.
Boas notícias para os incondicionais, a Rhino vai editar em Novembro uma (mais uma) compilação dos The Smiths, com algumas (poucas) novidades. Mas a melhor notícia de todas é que paralelamente vai reeditar, no formato original de 7", os primeiros singles da banda. São 12 ao todo, sendo que 2 deles são raridades por excelência : Still ill que nunca foi editado e a edição holandesa de Headmaster ritual. Tudo nas capas originais. Eu estou em extâse profundo e já fiz a pré-encomenda.
Smiths vinyl box - Track Listings:
Disc 1
1.Hand in Glove (3:17)
2.Handsome Devil (Live) (2:53)
Disc 2
1.This Charming Man (2:41)
2.Jeane (3:02)
Disc 3
1.What Difference Does It Make ? (3:51)
2.Back To The Old House (3:04)
Disc 4
1.Still Ill (3:20)
2.You’ve Got Everything Now (4:29)
Disc 5
1.Heaven Knows I'm Miserable Now (3:34)
2.Suffer Little Children (5:27
Disc 6
1.William, It Was Really Nothing (2:10)
2.Please, Please, Please Let Me Get What I Want (1:5
Morrisey regressa aos discos, em Fevereiro de 2009, com Year of Refusal. E planeia uma autobiografia para limpar o seu bom nome de algumas injustiças e más interpretações de alguma imprensa (acho que aqui se pode ler New Musical Express). Diz-se que a foto aqui reproduzida será a capa do álbum.
Esta soma do título tinha muito pouco por onde dar errado. Paris era já um bom tema, a voz de Au Revoir Simone já era boa e, claro, o toque de Midas de Aeroplane é o que se sabe: pure gold. Ouçam no myspace de aeroplane o resultado e aproveitem para ouvir o resto. Aeroplane rules.
Olympic Airways é o novo single no álbum Antidotes dos Foals. Circulam por aí umas remisturas óptimas de Ewan Pearson, Diskjokke e Supermayer. Estejam atentos.
Reza a lenda que, em 1983, Marco Donatello e Gleen Asp gravaram um EP que se perdeu no tempo. Este ano, a editora Service decidiu lançar esse EP e mostrar ao mundo como ainda está actual (será que não é mesmo actual?). Italo no seu melhor. Enjoy.
Crica é uma colecção de acessórios de Cristina Hora que vale a pena conhecer. Esquilos, garças, pinguins e outros animais aparecem em combinações e repetições que ganham novas formas no corpo de quem os usa. Vão ao blog ver parte da colecção, vejam onde se vendem e corram a comprar.
Este é o tema que abre um dos melhores podcasts do ano, Aeroplane para Resident Advisor. Um folk lindíssimo dos Fleet Foxxxxxxes (myspace)que desperta os sentidos para tudo o que de bom se segue nesse podcast. Conheço pessoas que estão viciadas e não ouvem outra coisa. É compreensível.
Antony & the Johnsons lançam Another World EP no início de Outubro.Another World, Crackagen, Shake That Devil, Sing for Me e Hope Mountain são os temas que antecedem o lançamento em 2009 do álbum The crying light. Eu confesso que não andava com muitas saudades do omnipresente Antony (Hercules&Love Affair, Bryan Ferry, Bjork e outras colaborações mais), mas este regresso é Antony no seu melhor. Silêncio que vai cantar Antony!
O fim-de-semana passado foi passado entre o Cabaret no Maria Matos e o Sticky&Sweet no Parque da Bela Vista. Em relação ao primeiro, devo dizer que no geral me agradou. Não gostei particularmente de algumas soluções cenográficas e não achei o momento do intervalo o mais adequado. No seu todo, o espectáculo cumpriu bem a sua função de entretenimento e nunca caiu em exageros nada amigos deste tipo de teatro. A encenação de Diogo Infante é enxuta e boa, não senti que houvesse ali nada a mais. As adaptações das letras feitas por Ana Zannati não fazem mossa aos originais e permitem algum sing-a-long mental. Gostei muito do momeento havaino e da cama vertical. A surpresa das surpresas, veio de Henrique Feist. Confesso que tinha algum receio que a escola-filipe-la-féria pudesse moldar o registo do actor, mas felizmente isso não aconteceu; o MC de Henrique Feist é o melhor que a peça tem e percebe-se que pode estar ali o papel da sua vida ( leitura minha, obviamente). O resto dos actores e bailarinos estão no ponto certo. Resumidamente, e para quem goste do género, aconselho uma ida ao Maria Matos que não causará arrependimentos.
Domingo foi tempo de romaria a Nossa Senhora do Parque. Ao contrário da Re-Invention Tour, fiquei a metros e metros do palco e vi uma mini-madonna. Talvez por isso, embora tenha gostado não sai de lá em êxtase. Do sítio onde estava via todo o pallco e e ecrãs, mas no que a Madonna diz respeito tinha que vê-la nas imagens projectadas. Entendo que a rendibilidade deste concerto justificasse a escolha daquele local, mas um local com imensas árvores, altos e baixos nuca iria permitir que 75 mil pessoas tivessem todas a oportunidade de ficar descansados a ver o concerto. Deste ponto vista, o PBV poderá ser bom para um festival onde a circulação é maior e onde os milhares de espectadores não estão todos ali para o mesmo, mas é péssimo para um concerto em nome próprio. Desabafos à parte, um concerto de Madonna é sempre um espectáculo ( substantivo). No entanto, em termos musicais há versões novas que não funcionam bem ( hung-up, ray of light). Ela, sem muito barulho à volta, nem sempre canta bem ( houve ali momentos mesmo maus). É sempre divertido assistir aos momentos IURD ( like a prayer, Miles away e outro que agora não me lembro) e há os momentos muito dispensáveis do You must love me e Spanish Lesson. E há o final que não funciona com o Give it to me, era preciso ali um hit bomba (volta Holiday que estás perdoado). No geral, o concerto foi bom ( momento alto em Borderline, que eu adoro) Madonna é e será sempre Madonna.
Antony compôs música exclusiva para nova colecção da Prada, com direito a vídeo promocional. Justice compuseram uma peça em três partes,"Planisphère", para Dior Homme. Nada de novo nesta combinação, mas cada vez mais o sucesso de uns alimenta os desfiles de outros. É a música com etiqueta.
Está ai a chegar o efeito "italians do it better" 2008. É pop com roupagem disco, chamam-se Fan Death e estão quase, quase a lançar o primeiro 12". Ouçam no myspace e digam lá se não é bom.
Eis o mais novo e óptimo anúncio para a Orangina. Criado pela agência FFL Paris e foi censurado em Inglaterra por conter imagens sexualmente sugestivas.
O sucesso de D.A.N.C.E: de Justice deu os primeiros frutos. Chegou mais um tema com coro de crianças. Keedz vai buscar Stand on the word de The Joubert Singers e que se tornou um hit pelas mãos do mestre Larry Levan. Keedz limitam-se a dar uma ligeira piscadela de olho à batida de Justice. Aliás, corre ( ou correu) o rumor de que Keedz eram nada mais, nada menos do que os próprios Justice. O que me parecia ser um sinal claro de falta de criatividade. Resumindo: este tema é capaz de colar, mas o que ele poderá ter de bom já está na remistura de Levan. E eu continuo a preferir este.
A propósito de temas do passado que soam perfeitos ainda hoje, aqui fica mais uma dica: Check My Machine de Sir Paul McCartney. Em 1980, era Lado B de Waterfalls, hoje seria seguramente Lado A.
Tusk foi um single retirado do álbum com o mesmo nome de 1979 dos Fleetwood Mac. Ao ouvi-lo hoje, 29 nos depois, soa tão contemporâneo. Impressionante.
Descoberto em casa de uns amigos, José Pinhal é um ilustre e famoso desconhecido. Circula em pequenas elites informadas e é a nova coqueluche de serões animados. Pesquisar na net o nome de José Pinhal não devolve informações, apenas uma a duas referências: uma num comentário do portalpimba e outra num blog citado numa playlist de de Miguel Bonneville. E isto, após muito vasculhar. Quem é? Quem foi? Este disco foi gravado quando? Porque nunca viu a luz dos dia? Nada. Dão-se alvíssaras a quem souber mais detalhes. A cópia que gentilmente me ofereceram vinha acompanhada de uma informação: "isto é de uma cassete que foi encontrada num lixo de um estúdio". Mito urbano? Não sei. O certo é que a cópia tem ali pedaços em que quase conseguimos ouvir um arrastar de fita das velhinhas cassetes. Como sou vosso amigo, criei uma pequena muxtape totalmente dedicada a José Pinhal. Ouçam, sem preconceitos. :)Este Verão já tem guilty pleasure. Olá José Pinhal, adeus Raffaella Carrá.
É já amanhã a última grande festa antes das férias. Love Love Love Yeah! com banda sonora de Ina&Fati e hang_the_dj e vídeo de Julio Dolbeth. Apareçam no Passos!
O ano é o mesmo 1985. Uma chama-se Alisha e outra Madonna. Uma canta Baby Talk e a outra Into the groove. Hoje descobri que têm exactamente o mesmo groove. Coincidência? Vou investigar.
O álbum chama-se Welcome, o que acaba por ser um bom nome para um disco que traz o funk, os sintetizadores, o kraut, o electro e outros sons de volta. Parece que já há um nome para isto: FreshBeat. Nomenclaturas à parte, Welcome é um bom disco para ouvir e dançar. Fiquem atentos a James Pants.
Matias Aguayo está de volta com um tema que ele há muito inclui nos seus live djsets : Minimal. Sai em breve na Kompakt com remisturas de Rossknecht e Dj Koze (a que podem ouvir no vídeo). Vai ser um dos temas do Verão.
A Converse juntam 3 estrelas para criar um tema exclusivo: Santogold, Pharell Williams e Julian Casablancas (Strokes). O resultado é My Drive Thru que pode ser visto aqui num bom vídeo e descarregado ali gratuitamente
Depois de 19 anos de silêncio, Grace Jones regressa este ano aos discos com Hurricane. Para já o primeiro single, Corporate Cannibal. E Slave to the rhythm para matar saudades.
Bag Raiders chegam de Sidney e disparam o seu Fun Punch. A coisa promete aquecer este Verão. No myspace da banda dá para ouvir o primeiro single e a remisturas para Midnight Juggernauts e Headman.
Está aí a chegar Life beyond Mars. Um disco de covers de David Bowie. Au revoir simone (vídeo, Matthew Dear, Kelley Polar, Carl Craig e outros prometem um bom disco. Os que se podem já ouvir no site são óptimos.
Sebastien Tellier actuou ontem em Famalicão - Casa das Artes. A recebê-lo algumas dezenas de entendidos e curiosos que queriam confirmar o génio de Monsieur Tellier, o gajo da primeira parte dos Air há anos atrás, a voz de La Ritournelle ou o francês da Eurovisão. Na minha opinião, confirmaram-se todos eles. O concerto baseou-se, essencialmente, no último disco Sexuality, mas houve tempo para a beleza intemporal de La Ritournelle (sozinho ao piano para depois se juntarem os 3 músicos no crescendo irresistível), e para a cover de La Dolce Vita de Cristophe - cantor francês da década de 60. Houve muito inglês arranhado de francês, vinho maduro branco (2 garrafas), muita sexualidade e bastante empatia do público, que muitas vezes quase que dançava. Gostei muito, foi um concerto simpático numa sala que merecia estar mais composta. É aquilo que muitos chamam de "moldura humana", percebe-se quando faz falta.
É oficial. Madonna regressa a Portugal dia 14 de Setembro. Sticky&Sweet Tour no Parque da bela Vista. Consta que os bilhetes vão custar 60 euros e estão à venda sábado 31 de Maio. Give it 2 me!
E de repente, a meio do ano, a fasquia dos discos nacionais tornou-se altíssima. Manuel Cruz, mentor do Ornatos Violeta e Pluto, lança já no dia 1 de Junho um disco, que afinal são dois e que, vamos a ver, também é um livro. Tudo em bom! Um disco chama-se "O amor dá-me tesão" e o outro "Não fui eu que estraguei". Tanto o que se ouve como o que se vê é um bálsamo para os sentidos. O site onde se pode encomendar o livro-discos de Foge Foge Bandido também é uma viagem. Vão lá ver e ouvir e depois encomendar. As letras e a voz do Manuel Cruz estão de volta, para o nosso bem.
Sébastien Tellier prepara-se para representar a França no Festival da Eurovisão, com o tema Divine do álbum Sexuality, e para se representar a si próprio dia 14 de Junho na Casa das Artes de Famalicão.
Já ouvi, e voltei a ouvir mais umas 50 vezes, o novo álbum de Madonna, Hard Candy. Contra todos os receios, o disco inteiro é óptimo e só tem um música que não se entende, não só porque está no disco, mas como pode mesmo existir: Spanish Lesson. Outra evidência é que as produções de Pharell Williams são melhores do que as do Timbaland. Devil wouldn't recognize you faz lembrar muito "Cry me a river" de Justin Timberlake e não é coincidência, tanto uma como outra foram escritas por ele e produzidas por Timbaland. Beat goes on e Give it to me são os hits do disco e são muito bons. O resto é igualmente bom e a cada audição vamos ganhando uma preferida. No todo, Hard Candy supera o Confessions on a dancefloor. O disco sai dia 28, segunda-feira, corram a comprar e toquem-no em volume alto. So get down, beep beep, gotta get up outta your seat. Get down, beep beep, gotta get up outta your seat.
The Last Shadows Puppets é o projecto paralelo de Alex Turner [Arctic Monkeys] com Miles Kane [The Rascals]. O álbum The Age Of The Understatementsai no final deste mês pela Domino e é viciante. Aqui fica o primeiro single e vídeo. Via Sound+Vision
Lykke Li é sueca e o primeiro álbum Youth Novels está a criar algum buzz. Foi produzido por Bjorn dos Peter Bjorn and John, tem boas canções pop e deve aguentar-se bem até à chegada do Verão.
Começa hoje uma postagem que se quer regular, assim este ano seja pródigo em exemplos, e que visa chamar atenção para projectos e sons que marcarão 2008. Late of pier abrem as hostilidades, são ingleses e até há bem pouco tempo apenas tinham uma demo e dois singles que passaram ao lado. Este ano, produzidos por Erol Alkan (que já tinha produzido Bathroom Gurgle) lançaram Bears are coming com remisturas do próprio Erol, Emperor Machine (excelente) e Joakim. Serão os novos Klaxons? Há quem diga que sim, mas que importa é que são bons.
Vem aí Silent Movie dos Quiet Village, dupla formada por Matt Edwars (Radio Slave) e Joel Martin. Depois de 3 máxis super limitados e raros ( só consegui apanhar um) na não menos exclusiva Whatever we Want e depois de remisturas incríveis para Gorillaz, GranddadBob, Cosmo Vitelli, Allez Allez,François K, entre outros, chegou a vez do álbum na K7! Aviso à navegação, aqui tudo é lento, mar com poucas ondas e muito sofá. Aqui tudo é bom. Silent Movie é seguramente um dos melhores álbuns de 2008. Vão ao myspace ouvir e depois quando o disco sair, comprem e deixem-no tocar. Eu estou a avisar!
O fotógrafo inglês Mike Stimpson fez o trabalho notável de recriar algumas fotografias famosas usando Lego. Cliquem aqui para ver a toda a galeria de fotos e links para os originais.
Criar uma lista de músicas de que se gosta, fácil de partilhar com amigos, design simples e funcional comme il faut e sem complicações é possível. Chegou o muxtape, um site onde é possível criar uma conta, fazer upload de 12 músicas que existem no nosso computador e já está. A minha lista está em http://gomson.muxtape.com/
Dia 25 de Abril, sai o primeiro álbum dos Nôze, Songs on the rocks. Quem conhece Remember Love (2007) ou Kitchen (2006), sabe que estes rapazes são capazes de associações inusitadas. Nos 9 temas encontra-se de tudo e misturado: house, tom waits, techno e muito "piano-bordel". Aliás, foi o piano de Remember Love que a tornou inesquecível. Este disco vai seguramente estar entre os mais de 2008.
A partir de hoje, esta tasca serve playlist. Todas as semanas haverá uma nova e quentinha. Não terá nunca uma ordem para tocar (e só toca se vocês quiserem, não suporto blogues que tocam sem o leitor contar), o que está lá no fundo da página está porque gosto. Coisas de hoje, sons de ontem e previsões para amanhã. Enjoy!
Andava eu à procura da versão Mark Ronson para Golden Skans dos Klaxons quando,para minha grande surpresa, encontro esta feita pelos Clã. Não fazia ideia que a tinham gravado, mas já descobri que o fizeram para a Antena 3. Gostei muito! O vídeo não é oficial, mas a utilização da curta de Tim Burton, Vincent serve que nem uma luva.
O site Same Same, a propósito do 30º Aniversário do Mardi Gras em Sidney, convidou a uma votação para eleger a canção mais gay de sempre. O resultado desta votação pode ser consultado aqui. Acho que não falta nada a esta lista, toda a música gay dos últimos 35 anos está lá. Umas mais óbvias do que outras. Escusado será dizer que este top é o que toda a gente gosta de ouvir, dançar e cantarolar em casamentos heterossexuais.
A nossa amiga Cristina vai para a terra dos burritos, das tortillas, dos sombreros, da Chavela e dos Portugueses que adoram Cancún. Amanhã, no Passos, com head-code de caracóis e lábios vermelhos, há festa de despedida ao som de Line of Two. Esperemos que seja um rápido até breve. Felicidades, Cristina e Sérgio!
Os ingleses Get cape. Wear Cape. Fly refizeram D.A.N.C.E. de Justice para um CD oferecido na última NME. Podem sacar gratuitamente no myspace da banda.
A Numark lançou o que afinal parecia tardar: um prato ao qual se pode ligar directamente o iPod e gravar directamente de discos de vinil para mp3.Chama-se TTi e até agora é o gadget do ano, pelo menos para quem compra vinil, mas também gosta muito de ouvir música em movimento.
O estúdio Troika criou uma escultura digital de cinco metros suspensa sobre as escadas rolantes que dão acesso ao luxuriante lounge da British Airways. São 4,638 pontos que alternam entre o prateado e o preto criando belos efeitos visuais. Vejam como funciona no vídeo.
Pandora Complexa é um ideia original de Júlio Dolbeth e Rui Vitorino Santos. Todos os dias ilustram à desgarrada. Um desenho de um dá direito de resposta a um de desenho do outro. Começou por ser um blog e agora é um livro e uma exposição que pode ser vista até 29 de Março na FABRICA features, Lisboa. Esta Sexta-feira, há lançamento do livro no Passos Manuel com festa ao som dos discos de hang_the_dj, ina+fati, Sim.on e Pedro Rocha.
Está encontrada a nova Amy Winehouse para uns e a nova Dusty Springfield para outros. Duffy tem 22 anos e tem uma belíssima voz, não sei se ela é a-nova-qualquer-coisa, mas que seguramente vai longe, vai. E outra certeza é que o Nothern Soul está de volta para mais uma ronda!
Há já algum tempo recebi esta campanha no mail e adorei o conceito e as histórias dos filmes. É muito boa esta campanha. Hoje voltei a cruzar-me com ela no Hidden Persuader que, a propósito, faz a seguinte pergunta: seria possível ver esta campanha na TV portuguesa? Curiosamente, quando vi os filmes Jawbone pela primeira vez, perguntei: Haverá em Portugal clientes com tomates para aprovar esta campanha? Ambas as perguntas têm a mesmíssima resposta e não é sim.
Li na Focus sobre um substituto do vulgar cigarro. Nada de adesivos e zero de pastilhas, o EMT e-cigar ( alguém por favor arranje um nome mais comercial para este produto) é apresentado como um cigarro electrónico que ao contrário dos verdadeiros apenas emite vapor de água. Parece estranho eu sei, mas é assim mesmo: um dispositivo electrónico com pilha recarregável, cápsula de nicotina e luz vermelha a simbolizar anormal chama. O "fumador" apenas consome nicotina que é transformada em vapor e acaba-se de vez com o alcatrão, monóxido de carbono e outros componentes químicos nocivos para a saúde. A OMS já se pronunciou sobre estes "cigarros" e considerou-os um substituto bastante plausível para o velho hábito de fumar. Os EMT e-cigars para já ainda só se encontram à venda na internet. Vão lá ver ( em conjunto com o nome, o site é outra das grandes urgências para este inovador produto).
O álbum mais vendido de sempre ( recorde que nunca será batido, porque como todos sabemos os discos já não são o que eram) foi lançado a 30 de Novembro de 1982. Para comemorar a data, foi lançada uma edição comemorativa que traz remisturas de will.i.am, Kanye West, akon e Fergie. Ainda não ouvi, mas confesso que tenho algum medo. Thriller 25th traz também um DVD com os vídeos dos 3 singles de mais sucesso Thriller, Beat it e Bilie Jean e o vídeo da primeira vez que Wacko Jacko apresentou o seu Moonwalk. Now, beat it!
Adam's Apple é uma história sobre aquela história que introduz sexo e informática no Paraíso. A serpente chama-se Steve e a maçã tem teclado. Tudo através de óptimas ilustrações. Para ler aqui.
Redactor.
Licenciado em Engenharia Publicitária pela Universidade Fernando Pessoa.
Trabalhos com Direcção de Arte de João Matado, Gisele Kyrillos, Marco Dias, João Carlos Soares, David Sousa e design de Pedro Regadas e João Alves Marrucho.